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“ A OBRA EMBLEMÁTICA”
O MST
seria, daí toda a teimosia, toda a prepotência, toda a
demagogia (recordo a frase da presidente da CMA: Estamos a
fazer o melhor por ALMADA), toda a antidemocraticidade,
toda a simulação representada no frente a frente com os
munícipes, de que está aberta a uma conversa franca, quando
no fundo já tudo foi resolvido, dizia eu que o MST dentro
de Almada seria a sua obra emblemática, a obra que deixaria
bem vincada a sua passagem pela cidade que a acolheu, obra
megalómana que só poderia nascer de uma megalómana cabeça,
sem olhar aos custos morais, psíquicos e até físicos
daqueles que amam esta terra e que vivem, estudam e
trabalham nela.
Uma vez
mais, Almada está “às ordens” de uma pessoa déspota, que
não respeita os munícipes, que os menospreza, que os trata
subhumanamente resumindo que lhes falta ao respeito
repetidas vezes sem com isso se importar.
Importa
salientar que esta CMA é constituída, maioritariamente, por
militantes de um partido, o PCP, que se apregoa como
defensor do povo, dos fracos, dos mais pobres e dos mais
oprimidos e que é sempre o único que defende a democracia,
assim diz a cassete, que sistematicamente, fazem passar
aquando das suas intervenções.
E então
Almada não conta?
Como
justificam o déficit existente na nossa cidade?
Ou será,
só, imaginação nossa?
Agora
tudo isto, uma vez mais, confirmou-se na Ramalha pelos
acontecimentos dos últimos dias. Até já entraram em funções
as forças policiais.
E
amanhã? Segue-se o resto da cidade? Será que, uma vez mais,
teremos de dar o exemplo, assim como tantas vezes, durante
a História do País aconteceu?
Só não
queríamos era que se incendiasse a nossa querida terra.
Aos
responsáveis e aos que se sobrepõem a estes, pensem bem
melhor em tudo isto.
J. M.
Silvestre
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