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Ninguém assume obras do metro na Ramalha


A intervenção da Metro Transportes do Sul, concessionária do Metro Sul do Tejo (MST), na Rua Lopes de Mendonça , Pragal, «não faz sentido, mesmo que sejam sondagens, sem que o projecto esteja concluído». A afirmação é de José Gonçalves, vereador com a pasta
do metro ligeiro na Câmara de Almada, que reage assim ao «boicote» às obras dos moradores desta rua, noticiado ontem pelo JN.
«Da parte da Câmara o processo não está fechado. É preciso cumprir o que ficou dito publicamente pela concessionária e pela equipa de Missão do MST no último fórum de participação sobre o metro: só será tomada uma decisão (sobre o chamado triângulo da Ramalha) depois de discussão prévia com os moradores. E isso não está feito», disse.
O JN contactou a MTS para obter esclarecimentos, mas a concessionária remeteu explicações para a Câmara e para a Equipa de Missão, estrutura criada pelo Governo para coordenar e verificar o cumprimento dos objectivos definidos no contrato de concessão da rede de metropolitano, até à entrada em funcionamento da primeira fase. Na Equipa de Missão ninguém estava disponível para prestar declarações.
Hoje o projecto do MST vai ser apreciado pelos deputados municipais

 

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