Nó cego no
Metro Sul do Tejo
A Câmara Municipal de Almada (PCP) e
a concessionária Metro Transportes Sul não se entendem quanto ao
traçado do metropolitano. O braço-de-ferro tem a ver com o facto
de a autarquia se recusar a disponibilizar os terrenos do centro
da cidade por discordar com o traçado, nomeadamente no
‘triângulo da Ramalha’.
A empresa lançou um ultimato à
Câmara, ameaçando abandonar a obra se os terrenos não forem
disponibilizados.
Enquanto não resolve este ‘nó cego’, as obras do Metro estão
paradas com graves prejuízos para a mobilidade dos cidadãos e
para o Estado, já que devido aos atrasos muito dificilmente a
exploração comercial terá início, como previsto, no próximo dia
11 de Dezembro.
Por estas razões, o deputado do PSD Luís Rodrigues entregou
anteontem na Assembleia da República um requerimento com
carácter de urgência a pedir explicações.
No requerimento, o deputado pede ao Ministério das Obras
Públicas várias explicações, nomeadamente sobre os atrasos e as
suas razões objectivas, quais desvios quantificados do valor
inicialmente previsto, e quem irá pagar os encargos inerentes a
esses atrasos. “A Câmara, por não disponibilizar os terreno, ou
o Governo?” Pergunta o deputado.
(será que os
lotes para a futura linha de eléctrico são da camara
e daí ficar sem as receitas de mais uns lotes muito bem vendidos
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