GUARDA

 

Castelos de Portugal

       

Busca Mundial

Busca  Portugalwebt

SERVIÇOS PUBLICOS

LOJA DO CIDADÃO

Instituto Português da Juventude
Horário  Autocarros Expresso
Horário Autocarros  Rede Expresso
FARMÁCIAS
CENTROS DE SAUDE
CLINICAS

FREGUESIAS

Adão
Albardo
Aldeia do Bispo
Aldeia Viçosa
Alvendre
Arrifana
Avelãs da Ribeira
Avelãs de Ambom
Benespera
Carvalhal Meão
Casal de Cinza
Castanheira
Cavadoude
Codeceiro
Corujeira
Faia
Famalicão
Fernão Joanes
Gagos
Gonçalo
Gonçalo Bocas
Guarda (São Vicente)
Guarda (Sé)
Jarmelo (São Miguel)
Jarmelo (São Pedro)
João Antão
Maçainhas de Baixo
Marmeleiro
Meios
Mizarela
Monte Margarida
Panóias de Cima
Pega
Pêra do Moço
Pêro Soares
Porto da Carne
Pousada
Ramela
Ribeira dos Carinhos
Rocamondo
Rochoso
Santana da Azinha
São Miguel da Guarda
Seixo Amarelo
Sobral da Serra
Trinta
Vale de Estrela
Valhelhas
Vela
Videmonte
Vila Cortês do Mondego
Vila Fernando
Vila Franca do Deão
Vila Garcia
Vila Soeiro

 Newsletter

VIDEO

 
 
 
 
 

 

 
Demarcação do concelho da Guarda conforme consignado no foral (tentativa de Reconstituição histórica).
 

Do lado de Celorico linha Norte da Demarcação do Foral
 

" Da parte de Celorico: por porto de Cerejo e por esse lombo, a direito, por fonte de Salgueira, por entre ambas fontes de Cavadoude, em direito a Mondego, onde El-Rei por suas próprias mãos assentou pedras".

A demarcação do foral da Guarda pelo lado norte, ou seja, por parte de Celorico, desenha-se a partir do planalto de Pinhel, e mais propriamente, a partir da zona de Azevo (palavra alui deixada pelos povoadores árabes, formada de Al-jaf, significando árido, seco (12 ), descendo sobre a bacia do Mondego, pela margem direita, ao encontro do rio.

Em documentos da época do foral, nada se refere ao ponto inicial desta linha norte, pelo que se recorreu a J. de Pina Manique e Albuquerque (13), Op. Cit. pág.52: "na zona da Azevo, no Coa, cerca de uma légua a montante donde conflue a Ribeira das Cabras".

Também o ponto exacto onde termina este lado norte e forma ângulo com o lado poente não aparece suficientemente clarificado, podendo localizar-se numa das pontes de travessia do Mondego, ao fundo de Cavadoude e, provavelmente, a ponte da Faia ou Aldeia Viçosa.

Assim, para a demarcação desta fronteira, com cerca de 70 quilómetros, o demarcante, do planalto do Azevo, onde se situava, voltou-se para o Mondego, estendeu o braço, a apontar, e falou a linguagem popular: por esse lombo, a direito; pela nascente da Salgueira e pelo meio das duas linhas de água que envolvem Cavadoude, até ao Mondego- um tracejado de 70 km, com dois segmentos identificados e visíveis.

Mais uma vez J. de Pina Manique e Albuquerque (14), Op. Cit., aviva dois dos traços subentendidos: "passando por Codesseiro e Avelãs".

Rita Costa Gomes (15 ), Op. Cit. Pág.24, fornece-se elementos que nos permitem saber que esta linha de demarcação não se traçara em terreno inteiramente por desbravar. Refere que o traçado da importante via romana relacionado com a localização das atalaias (de tala'a, palavra deixada pelos povoadores árabes, a significar subir nas proximidades de Castelo Bom, dirigindo-se em direcção a Coimbra".

E acrescenta: a esta estariam ligadas outras vias que quase se cruzavam perto de Codesseiro ( a via pública de Gardia e a via Castelli Mendi )".

Quanto a Cavadoude, sabe-se que era importante referência para quem viajasse e, para além da menção acima, de Rita Costa Gomes, outra menção de grande relevo é a da sua estalagem que Viterbo (17) no Elucidário, Tomo I, pág.295 menciona, dizendo que "Em alguns dos mais antigos documentos referentes à cidade da Guarda, se faz menção da Albergaria do Mondego. Esta era a Albergaria de Cabadoudi que já tinha muitos anos..."

Merecedor de atenção o informante do texto que diz: "...em direito a Mondego, onde El-Rei por suas próprias mãos assentou pedras".

Que o próprio D. Sancho tivesse acompanhado, ao longo de todo o perímetro, a demarcação do foral, nem é certo, nem tem um interesse extraordinário.

Mas uma certeza ressalta do texto: El-Rei esteve no Mondego; esteve na travessia do rio, a quando da demarcação do foral da Guarda e ali, " El-Rei, por suas mãos, pôs pedras". Que pedras? Onde assentou ele as pedras? Na ponte? Para a construir? Para a reparar? Em qual ponte?

Ou seria na construção do marco angular desta linha norte, com a linha poente, que ali mesmo começava?

Fosse como fosse, esta participação, duas vezes real, de assentar pedras por suas mãos também foi duplamente simbólica: uma do seu empenhamento na construção da cidade da Guarda e outra da sua decisão de construir e povoar o Reino.Terras da Beira

 

 

almada

 

 

 

ESCOLAS NA GUARDA

Escola Secundária da Sé

Escola EB 1 da Estação

EB 2 e 3 de Sta. Clara
EB1 de Marmeleiro
Escola Superior de Educação da Guarda
E. B. 1 de Aldeia Viçosa
Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos  Sequeira
Escola Secundária Afonso de Albuquerque
Escola EB1 do Alvendre
EB1 de Fornotelheiro
EB1 de Adão
EB1 de Vila Cortês do Mondego
Escola E.B. 2,3  Arrifana
Eb1 de Gonçalo Guarda
EB 1 de Codeceiro

Pessoas Desaparecidas

SHOPPING

 

Classificados grátis


FARMÁCIAS

Posto de Atendimento ao Cidadão - Guarda

CINE CLUBE DA GUARDA

 

 

CIDADE DA GUARDA

CAMARA MUNICIPAL DA GUARDA

AUTARQUIAS 2005

DIOCESE DA GUARDA

Governo Civil da Guarda

Advogados e Solicitadores

 

 

 

    Setubal   Almada    Castelos    Seixal    Sesimbra  Palmela  Arqueologia   Historia Portugal no mundo

intercâmbio  Adicionar Página  Contactos    Publicidade

Copyright © swspt.