| Sé da
Guarda |
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Protecção Legal
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Monumento Nacional (MN), Dec. de 10-01-1907, DG,
14/17-01-1907, Dec. de 16-06-1910, DG 136,
23-07-1910, Zona Especial de Protecção (ZEP),
DG 154, 03-07-1953 |
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Endereço
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Direcção Regional de Castelo Branco
Rua do Postiguinho de Valadares
Edifício P.T.
6000-262 Castelo Branco |
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Freguesia
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Sé |
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Concelho
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Guarda |
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Distrito
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Guarda |
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Tipo de Gestão
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Instituto Português do Património
Arquitectónico (IPPAR).
Igreja afecta ao culto |
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Responsável
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Direcção Regional de Castelo Branco (DRCB -
IPPAR) |
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Descrição
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Transferida a diocese da velha Egitânia para a
nova cidade da Guarda em 1199, por pedido de D.
Sancho I ao Papa Inocêncio III, imediatamente
se começou a construir uma catedral. Dessa
primitiva construção, românica e possivelmente
localizada junto da Torre do Mirante, hoje nada
resta. Uma segunda Sé seria construída por D.
Sancho II, no período de transição para o
Gótico, mas também esta não chegou aos nossos
dias
A actual Sé deve-se ao impulso de D. Fernando que, em 1374, ordenou a
demolição da velha Catedral, que se situava
extra-muros e, assim, exposta aos perigos das
guerras com Castela. Em 1390, já no reinado de
D. João I, iniciava-se a construção da nova
catedral, primeiro momento de um processo tão
moroso que só viria a estar concluído em pleno
reinado de D. João III, e por grande
insistência do bispo D. Pedro Vaz Gavião. |
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São vários os elementos de interesse e sem
paralelo no nosso país que a Sé da Guarda
possui. Na fachada principal, por exemplo, o
portal manuelino encontra-se ladeado por duas
torres octogonais maciças e em forma de quilha
na parte inferior. No interior, de três naves,
transepto saliente e cabeceira tripartida,
existe um desnível de terreno do portal
principal para a capela-mor, o que obrigou a
que o espaço dos tramos das naves não seja
idêntico e regular, facto que atesta a
qualidade do projecto arquitectónico seguido.
Na capela-mor conserva-se o imponente retábulo
escultórico maneirista, da autoria de João de
Ruão, e que corresponde a uma hierarquia do
espaço celeste. Se as obras fundamentais
decorreram durante a vigência estilística do
gótico batalhino - há probabilidades de o
projecto inicial se dever a um arquitecto saído
do estaleiro dirigido por Huguet - , os portais
manuelinos revelam a importância que D. Manuel
deu aos pontos fundamentais de algumas obras,
contrastando a riqueza decorativa destas
micro-arquitecturas com a massa impressionante
dos alçados. Do período de finalização das
obras, data a Capela dos Pina, panteão de João
de Pina, tesoureiro da Catedral, que nesta
capela se fez sepultar num túmulo com jacente.
Em 1999 o IPPAR lançou uma empreitada de
drenagens exteriores, tendo em vista a
resolução de problemas de humidade no interior
do templo. Paralelamente, decorrem obras de
conservação e restauro da capela-mor e
renovação da sinalética e iluminação. |
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Horário
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Terças e Quintas
10:00 - 12:30
14:00 - 17:00 |
Sextas
10:00 - 12:30
14:00 - 17:15 |
Sábados e Domingos
10:00 - 12:30
14:00 - 17:30 |
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Serviço religioso |
Segunda a Sábado
9:30
18:00 |
Domingos
9:30
11:00
18:30 |
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Encerra à segunda-feira e nos feriados de 1 de
Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 25 de
Dezembro e no último fim de semana de cada mês. |
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Ingresso
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Normal: € 1.5
Jovens (15 a 25 anos) e reformados: € 0.75
Portadores do Cartão Jovem: € 0.6 |
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Telefone
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+351 271 320 312 |
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Fax
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+351 272 320 315 |
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E-mail
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drcb.ippar@ippar.pt |
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Serviço Educativo
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Não tem |
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Visitas Guiadas
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Visitas efectuadas à Sé e aos terraços.
Tel. +351 271 211 231 |
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Loja
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Não tem |
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Acessos
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O monumento fica localizado no Centro Histórico
da Guarda, Praça Luís de Camões |
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