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Informações gerais sobre este concelho
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Área |
128,50 km² |
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População |
14 996 hab. (2001) |
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Densidade populacional |
138 hab./km² |
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Número de freguesias |
3 |
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Fundação do município
(ou foral) |
1515 |
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Região |
Lisboa |
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Sub-região |
Península de Setúbal |
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Distrito |
Setúbal |
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Antiga província |
Estremadura |
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Orago |
São João Baptista |
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Feriado municipal |
24 de Junho |
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Código postal |
2890 |
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Sítio oficial |
www.cm-alcochete.pt |
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www.bandadealcochete.com
Coisas de Alcochete
olharalcochete.blogspot.com
alcochetedesporto.no.sapo.pt
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A Reserva Natural do
estuário do tejo abrange uma extensa superfície de águas estuarinas,
zonas de lamas e sapal, mouchões (da Póvoa, de Alhandra, do Lombo do
Tejo e das Garças), salinas, pastagens e terrenos agrícolas.
Distribui-se pelos concelhos de Benavente, Vila Franca de Xira e
Alcochete, ocupando uma área aproximada de 14.560 ha. |
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Este concelho é composto pelas seguintes freguesias |
| Alcochete São Francisco Samouco.
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Alcochete,
Atalaia e Canha.
Igreja
Matriz de Alcochete ¬ É um templo
muito antigo construído sobre os alicerces
de uma antiga mesquita, que sofreu
remodelações desde os inícios do século XVI
até 1943. Nas traseiras do edifício uma bela
cruz de azulejos assinala uma data: 1678.
Isto quererá dizer que a capela-mor foi
reformada nesta altura. A fachada é gótica,
gótico é também o portal e a rosácea. A
torre sineira parece ser do século XVII
devido ao tipo de coroamento que possui.
O interior é de três naves
gótico-manuelinas. A capela-mor é do século
XVII resultante, como já dissemos, da
remodelação havida nesta época.
Tem as paredes cobertas parcialmente de
azulejos azuis e brancos dos inícios do
século XVIII e ainda outros padrões de
variados tipos mudéjares de aresta e alguns
da época manuelina. Outras capelas estão
cobertas de azulejos setecentistas. Na
Sacristia existe um belo exemplar de arcaz e
duas pinturas flamengas sobre madeira do
século XVI, provenientes da Ermida de Nossa
Senhora dos Matos, que é um pequeno templo
perdido no meio rural do termo da vila.
Ermida de
N.ª Sr.ª da Vida ¬ É um pequeno
templo de planta quinhentista. A fachada
principal é maneirista. Ao redor das portas
principal e lateral é interessante ver as
almofadas em pedra do tipo "rusticado". De
nave única com capela-mor de planta
centrali-zada, coberta com uma elegante
cúpula maneirista. Os seus edificadores, o
Dr. Afonso Frigueira e sua mulher, estão
sepultados no pavimento da capela-mor. As
paredes laterais e da capela-mor estão
revestidas com painéis de azulejos do século
XVIII. A igreja tem um belo enquadramento
paisagístico, vendo-se o Tejo e Lisboa.
Anexo a esta igreja existia um hospital,
outrora pertencente à Misericórdia local.
Igreja da
Misericórdia ¬ A igreja é de uma só
nave, com tecto de madeira do século XVIII
com pinturas alusivas a símbolos
eucarísticos. A capela-mor ostenta ainda na
moldura original, o retábulo pintado por
Diogo Teixeira e António da Costa, em 1588.
A igreja é do tipo sala, como são em geral
as Misericórdias.
A igreja, de fundação quinhentista, tem
assinalada no portal tardo-renascença
lateral uma inscrição e a data de 1563. A
fachada principal tem um nár-tex; no andar
superior existe a Casa do despacho da
irmandade. Esta igreja foi transformada em
Museu de Arte Sacra, mantendo-se intacta a
estrutura e decoração original do edifício.
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Igreja
de N.ª Sr.ª da Atalaia ¬ Neste
percurso, mas pertencente ao concelho do
Montijo, destacamos o importante Santuário
de Peregrinação dedicado a N.ª Sr.ª da
Atalaia. O Santuário terá sido construído na
sequência de uma promessa feita por
empregados da Alfândega de Lisboa por altura
da peste que grassava na cidade nos inícios
de quinhentos. A igreja possui uma fachada
com um portal e um nártex a anteceder a
entrada. A torre sineira é do nosso século;
a anterior avista-se ainda nas traseiras do
templo. O edifício foi reconstruído após o
terramoto, conserva painéis de azulejos
azuis e brancos, com os passos da vida da
Virgem e ex-votos, que são testemunhos da
devoção da população. É interessante o
grande escadório de quatro lanços desde a
estrada nacional até à fachada da igreja.
Antes de subirmos a escadaria, a alguns
metros, existe um belo cruzeiro
renascentista. O cruzeiro está protegido por
uma espécie de cúpula da mesma época,
assente sobre quatro colunas toscanas. Tem a
seguinte inscrição: mandou fazer a confraria
em Lisboa no ano de 1551.
Canha ¬
Igreja de N.ª Sr.ª da Oliveira (Concelho do
Montijo) ¬ Trata-se de um templo que
exteriormente tem pouco interesse. No
interior destacam-se os azulejos do arco
triunfal e da capela-mor, que são originais
"de tapete" do século XVII. Ao cimo do altar
encontram-se as insígnias de Santiago.
Nesta igreja existe a capela funerária de
António Gonçalves, Prior desta paróquia,
datada de 1589. É um belo espécime
maneirista que conserva o retábulo original
com pinturas quinhentistas que representam a
Adoração dos Magos, Natividade e a
Apresentação de Jesus no templo, faltando
provavelmente a Anunciação e a Visitação; um
desses espaços está ocupado pela imagem de
Na Sra do Rosário. Os azulejos de caixilho
enxaquetados a verde e branco, cobrem as
paredes desta bela capela.
O frontal de altar é constituído por
azulejos talaveranos. O retábulo, apesar de
estar em muito mau estado, pode ser de Diogo
Teixeira; a própria moldura é igual ao da
Misericórdia de Alcochete executado no ano
anterior. Os altares colaterais parecem
barrocos ou muito boas réplicas. O altar-mor
é recente. Original e quinhentista é o
armário que está na capela funerária. A
fachada é do século XVIII e possui as
insígnias da Ordem de Santiago. A sacristia
tem pendões pintados de escola regionalista
com passos da Paixão de Cristo.
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Existiam muitos fornos de cal nesta região,
por isso o nome de Alcochete pode derivar da
expressão árabe alusiva a essa função. A
fundação da povoação data da época da
reconquista. Foi importante nos reinados de
D. João I e D. João II, que passaram nesta
vila longas temporadas. Mas é com o
estabelecimento dos Infantes de Beja e o
consequente nascimento de D. Manuel I nesta
povoação que a vila se desenvolveu com
grande protecção régia. D. Manuel I dá-lhe
foral em 1515 e a nobreza rural possuía no
seu território muitos domínios. A partir do
século XVII e XVIII, além da agricultura, a
exploração do sal e a actividade piscatória
passam a ocupar a maioria da população
activa. Nos finais do século XVIII,
estabeleceu-se na região o industrial Jácome
Ratton. O concelho foi restaurado em 1898.
Possuía nos finais do século XIX uma praia
muito apreciada pelos lisboetas.
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Lista alfabética das localidades que pertencem a este concelho
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Lista completa das localidades
Açude do Buraco
Alcochete (Vila) Alpendrada
Alto da Pacheca Arteia Bairro da Esperança Baliza Velha Barroca de Alva Belo Bolas Bracieira Brasileiro Brejo Comprido Cabanão das Éguas Cardieiras Casas Novas Catalares
| Cercal de Baixo Cercal de Cima Conceição Foro Pequeno Grafanha Horta da Atalaia Hortas Lavadinha Malhada de Vale de Forcados Malhada dos Porcos do Vale Palha Matias Monte do Casal Monte do Pontão Monte dos Juntos Monte Laranjo Palhavã Passil
| Pereiro Pinhal do Concelho Pinheiro do Rato Porto Velho Praia dos Moinhos Quinta da Atalaia Quinta da Coitadinha Quinta da Lagoa Cova Quinta da Pacheca Quinta da Praia Quinta da Rosa Quinta das Flores Quinta de Santa Maria Quinta de Santo António Quinta do Major Ramos Quinta Valmor Rafeiro
| Rilvas Salgado Samouco São Francisco São Rijo Silha do Pé de Boi Silha Queimada Soalheira Solim Terroal Valbom Vale da Amieira Vale da Rosa Vale de Figueira Vale do Leão Vau
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