A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NO MARANHÃO
Nilza Gonçalves Viegas
A colonização portuguesa no Maranhão se efetivou após a expulsão dos
franceses na Batalha de Guaxenduba liderada por Jerônimo de Albuquerque e
reforçada com ajuda de Alexandre de Moura. Possivelmente não foi só a vitória
na batalha que deu a rendição dos franceses, mas negociações de Daniel de La
Touche com os portugueses, para deixarem a França Equinocial.
Negócio que custaria aos portugueses 2.000 cruzados, fato pesquisado
pelo historiador Arnaldo Ferreira
"Chegado em Lisboa, reclamou a paga de seusserviços à Coroa Portuguesa nestes termos - dy a sua Magestade el Rey Catholico
lo que possui segundo lo que prometi y estou em sus manos y dellas quales espero
mered y favor porque lo meresco."
(FERREIRA APUD MEIRELES, 1960:54)A historiografia nos leva a crer que os franceses não desistiram do
Maranhão apenas pela derrota na Batalha de Guaxenduba. Mas também pela
negociata feita por Daniel de La Touche com os portugueses.
Os franceses eram superiores em homens e armamentos e ainda
tinham ajuda dos nativos, enquanto que a expedição portuguesa
".. uma pobreexpedição fruto de contradições, embaraços e misérias de todo gênero,
A colonização portuguesa no Maranhão
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arrastando-se languidamente de estação em estação desde Pernambuco até
Guaxenduba, e depondo em cada estação parte de minguadas forças; minadas e
dizimadas pela penumbra, pela moléstias e pelas insubordinação; desmoralizada e
abatida pelo medo e covardia, a maior degradação e infâmia a que um soldado
pode chegar. E nada menos, os portugueses venceram."
(LISBOA apud LIMA, 1981:57)
A vitória portuguesa foi considera milagrosa, sendo explicada pelo
fenômeno sobrenatural: ajuda da Virgem Maria em linha de batalha dos
portugueses, transformava areia em pólvora, vencido mais de 300 franceses e
2000 nativos, os vencedores eram apenas 170 portugueses e 80 nativos.
O milagre de Guaxenduba, tornou-se lenda, a partir dos registros do
Padre José de Moraes na obra História da Companhia de Jesus na extinta
Província do Maranhão e Pará (1759), onde relata:
"Foi fama constante (e aindahoje se conserva por tradição) que a Virgem Senhora fora vista entre nossos
batalhões, animando os soldados em todo o tempo de combate."
Lenda que Humberto de Campos intitula no soneto "O Milagre de
Guaxenduba":
" Minha terra natal, em Guaxenduba,
Na trincheira, em que o luso ainda trabalha,
A artilharia, que ao francês derruba,
Por três bocas letais pragueja e ralha.
O leão de França, arregaçando a juba,
Saltou. E o luso, Como um tigre, o atalha.
Troveja a boca do arcabuz e a tuba
Do índio cortou o clamor e o medo espalha.
Foi então que se viu, sagrando a guerra,
Nossa Senhora, com o menino ao colo,
Surgiu, lutando pela minha terra.
Foi-lhe então vista na mão a espada em Brilho
(Pátria, se a Virgem quis assim teu solo,
Que por ti não fará quem for teu filho?)"
A vitória dos portugueses, La Ravardiere leva consigo a tristeza da
expulsão do Maranhão.
Nilza Gonçalves Viegas
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Os lusitanos senhores já "donos" da terra, iniciam sua administração
conquistando o território do Maranhão, implantando o Sistema de Colonização
com o objetivo de desenvolver a política mercantilista em benefício da
metrópole.
O Maranhão sendo uma "porta" aberta para ataques estrangeiros, a
Coroa Portuguesa, toam medidas de proteção do território, formando um
numeroso contingente comparado com o da Bahia e Pernambuco. "Maranhão - 513
soldados, Bahia - 140 soldados e Pernambuco - menos de 100 soldados."
(VIVEIROS, 1998)
.Alexandre de Moura estava preocupado apenas em colocar o Maranhão
em uma situação de defesa, sem uma administração voltada para a economia.
Apesar de que toda conquista, a coroa exigia lucro. O propósito dos portugueses
era consolidar o seu domínio no Maranhão.
A política de proteção do território levou a criar capitanias
subordinadas diretamente à coroa. Alexandre de Moura nomeia Jerônimo de
Albuquerque para o cargo de primeiro Capitão - mor para exercer o governo da
Capitania do Maranhão.
JERÔNIMO DE ALBUQUERQUE (1616 - 1618)
Jerônimo de Albuquerque Maranhão nome que recebeu por ser
considerado herói da batalha de Guaxenduba dando início decisivo na conquista
portuguesa, desenvolvendo uma considerável povoação militar, especialmente na
Ilha, em Cumã, Tutóia, Anapurus e ribeirinhas de Itapecuru.
Foram nomeados para auxiliar este governo os seguintes cargos:
•
Ouvidor e Auditor Fiscal - Luís Madureira•
Capitão do Mar - Salvador de Melo•
Sargento - mor - Baltazar Alvares Pestana•
Capitão das Estradas - Bento Maciel Parente•
Capitão de Cumã - Martins Soares Moreno•
Comandante do Forte de São Filipe - Ambrosio Soares•
Comandante do Forte de São Francisco - Álvaro Câmara•
Comandante do Forte de Itapecuru - Antônio AlbuquerqueA colonização portuguesa no Maranhão
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Principais realizações de Jerônimo de Albuquerque:
•
Reforma do Forte de São Filipe•
Término do forte de São Francisco e de uma nau iniciada pelosfranceses
•
Arruamento da cidade•
Instalação de uma olaria•
Iniciou a construção de um prédio para moradia dos capitães - mores- Palácio dos governadores mais tarde.
Os dois anos de governo de Jerônimo de Albuquerque foram bastante
agitados. Os nativos guajajaras, entram em combate com a expedição de Bento
Maciel Parente no rio Pindaré, onde procuravam metais precisos. Os tupinambás
se revoltaram com a presença cristã portuguesa no litoral e no vale amazônico,
revolta chefiada pelo índio chamado Cristão de Amaro, havendo massacre da
guarnição do forte Cumã.
A morte de Jerônimo de Albuquerque fica seu filho como segundo
Capitão - mor.
ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE (1618 - 1619)
Governo de pouca duração, mas de muitos desentendimentos com o seu
principal auxiliar Bento Maciel Parente, preso pelo capitão e deportado para
Pernambuco ao Governo Geral em que libertado lhe é dado a chefia da Guerra
contra os tupinambás.
O cargo de terceiro Capitão - mor é ocupado por Diogo da Costa (1619
- 1621) - época em que chega maior número de imigrantes açorianos. A metrópole
tem o propósito de instalar engenhos de açúcar na capitania do Maranhão, que
deixa de ter apenas a função de ocupação militar, mas também a de
administração civil acontecendo as primeiras eleições para câmara de
vereadores. Foi mobilizado o povo para se reunir e escolher seus representantes,
os chamados "homens-bons" (grandes proprietários de terras), estes com seus
poderes elegem os integrantes do senado da câmara.
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ELEMENTOS DE POVOAMENTO E COLONIZAÇÃO DO MARANHÃO
No início da colonização portuguesa no Maranhão e Norte do Brasil é
marcada pela expedição, sob o comando de Jerônimo de Albuquerque em 1614,
com o objetivo primeiro de expulsar os franceses que aqui estavam. É importante
esclarecer que o povoamento europeu no Maranhão teve início com a invasão
francesa às terras maranhense, pois mesmo depois da batalha de Guaxenduba,
quando foram expulsos, ficaram no Maranhão, alguns franceses, uns fincados à
terra, outros ligados à mulheres nativas. O povoamento europeu em território
maranhense teve continuidade com o estabelecimento da colonização portuguesa,
que se deu por duas vias, uma litorânea, às margens dos rios, Itapecuru, Mearim,
Pindaré e Munim, essa fora iniciada pelos franceses e posteriormente retomada
pelos portugueses, outra interiorana, cujo a atividade principal era a pecuária.
Quadro 3.1 – Primeira eleição da Câmara de São Luís
PRIMEIRA ELEIÇÃO DA CÂMARA DE SÃO LUÍS
ELEITORES ELEITOS PARA O SENADO DA CÂMARA
Sargento-mor - Afonso Gonçalves Ferreira
Capitães - Bento Maciel Parente
- Pedro da Cunha
- Álvaro Barbosa Mendonça
- Rui de Sousa
Presidente - Simão Estácio de Silveira
Juiz - Jorge da Costa Machado
Vereadores - Antônio Vaz Barbosa
- Álvaro Barbosa
Procurador - Antônio Simões
FONTE: MEIRELES, 1960: 70
Quadro 3.2 – Vias de povoamento
VIAS DE POVOAMENTO
VIA LITORÂNEA VIA INTERIORANA
•
Atuação do estado português•
Atuação da igreja•
Extermínio da população indígena•
Conflito entre colonos, igreja e estado•
Expansão da pecuária•
Relação com a região açucareira•
Estrutura social•
Mandonismo local•
Conflitos com poder principal•
Integração entre as suas áreas•
Formação sócio - cultural do sertãoFONTE: CABRAL, 1992: 20
Conquistado o espaço, o domínio sobre o território, pelos portugueses,
surge um novo problema: a necessidade de mão-de-obra para explorar a terra,
tem-se início então à exploração do nativo, em que usou-se de violência física,
trabalho forçado como também com violência ideológica (a catequese) que usava a
conformação do nativo a exploração.
A colonização portuguesa no Maranhão
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Figura 3.1 – A conquista portuguesa
FONTE: SANTOS, 1986:58
Como vemos a questão indígena estende-se desde a ocupação, que vai
desencadeando conflitos entre nativos, colonos e missionários religiosos. Pode-se
perceber que houve um melhor relacionamento dos nativos com os franceses ao
contrário do que ocorreu com os portugueses, como nos afirma MEIRELES: "Esta
questão será o fundo de cena de quase todas as páginas de nossa história da
colonização e não será fora de propósito ressaltar aqui, num parentesco, que o
francês soubera melhor capitar a amizade e simpatia de posse da terra." (1970:
73)
Figura 3.2 – A catequese
FONTE: PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS, 1998:44
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A colonização do Maranhão obedeceu algumas etapas, primeiramente
houve as expedições militares, cujo o propósito era principalmente, a guarnição,
defesa das capitanias e fortalezas.
A partir de 1618 começam a chegar a São Luís casais vindos da ilha dos
Açores, litoral do norte da África. A sucessiva chegada de açorianos às terras do
Maranhão fez com que a nova vila de São Luís comece a sair da simples condição
de quartel de defesa territorial, para tornar-se realmente uma povoação de
colonos. Passa a tomar feição urbana, a vida civil e econômica começa a se
organizar.
Outra corrente que suscita discussão é a questão dos degregados
(condenados) no processo de povoamento e colonização do Maranhão, visto que,
em nível de Brasil, no primeiro século do "descobrimento", essa prática teve uma
certa relevância, em algumas regiões como por exemplo, a Bahia. Entretanto, o
Maranhão só fora inserido no processo de colonização um século após (1615), e de
acordo com a pesquisa de João Francisco de Lisboa, essa prática foi se perdendo:
"De quanto temos podido investigar a respeito nos registros oficiais desta época
em diante apenas resulta um ou outro degredo individual e isolado." (LISBOA,
SD: 53). Pode-se, pois, tirar as conclusões de que no Maranhão, essa prática fora
pouca relevante.
Quadro 3.3 – Quantidade de açorianos vindos para o Maranhão
CHEGADA DOS AÇORIANOS
1618 - Chegaram 200 açorianos
1619 - Chegaram 200 açorianos
1620 – 1627 - Chegaram 700 açorianos
Fonte: LIMA, 1981
ANTÔNIO MUNIZ BARREIRO FILHO (1622 - 1626)
Foi o quarto Capitão-mor, apesar da falta de experiência pela sua
pouca idade, foi um período com fatos marcantes:
•
construído um engenho na região de Itapecuru;•
padre Luís Figueira abriu a primeira escola para os filhos dosportugueses;
•
chega os primeiros gados na capitania;A colonização portuguesa no Maranhão
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•
aberto uma estrada ligando Maranhão – Belém (Estrada RealAlcântara – Belém.
Figura 3.3 – Estrada Real
FONTE: Extraído de LIMA, 1981:50
A grande extensão territorial do Maranhão, praticamente uma área
isolada, as margens dos olhos estrangeiros, mas de uma melhor comunicação com
a coroa do que com o Governo Geral na Bahia. O reino luso-espanhol, União
Ibérica, portugueses unidos a coroa da Espanha, Filipe III cria a Carta Régia em
04/05/1617 dividindo a Colônia em dois estados: estado do Brasil com sede em
Salvador e o estado do Colonial do Maranhão com sede em São Luís. Foi criada
uma Segunda Carta Régia em 12/06/1621 para o mesmo objetivo de separar o
Maranhão do Brasil, se estendia deste o cabo de São Roque até o mais extremo
Norte do Rio Vicente Pizon (Oiapoque). Mas só sendo efetivada em 1626 com a
chegada do primeiro governo e Capitão-Geral do novo Estado Francisco Coelho
Carvalho (1626 - 1636).
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A formação do Estado do Maranhão constituída praticamente pelas
áreas do: Maranhão, Piauí, Pará, Amazonas, Roraima e Amapá.
Figura 3.4 – Separação do Brasil e dos Estados
Fonte: CABRAL, 1992: 83.
O ESTADO DO MARANHÃO – EXTINTO
Com base na Carta Régia de 1652, por ato de D. João IV, foi extinto o
Estado Colonial do Maranhão, em seu lugar foram instituídos duas capitanias
gerais: Maranhão e Grão-Pará, com prejuízos para o Estado do Maranhão.
A carta de 25/08/1654, restabelece o Estado sendo agora Estado do
Maranhão e Grão-Pará. Em 1751, por determinação real, a sede do Estado muda
de São Luís para Belém, e o Estado a partir desse momento passou a ser
designado Grão-Pará e Maranhão. Em 1753, dividiu-se o grande Estado em quatro
outros: Grão-Pará e Maranhão, São José do Rio Negro e São José do Piauí. Por
fim, a Carta de 20/08/1772, empreende uma nova organização administrativa à
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região, repartindo-o em dois Estados: Grão-Pará e Maranhão. O Piauí fica ligado
ao Maranhão até 1811, desvinculando-se pela Carta Régia de 10/10/1772.
Quadro 3.4 – Modificações jurídicas na Administração 1654-1811
MODIFICAÇÕES JURÍDICAS NA ADMINISTRAÇÃO - 1654-1811
Carta Régia de 25/08/1654 Transforma o Estado do Maranhão e Grão-Pará -Piauí
ligado à Bahia
Carta Régia de 25/08/1680 Ceará ligado a Pernambuco
Carta Régia de 03/03/1701 Piauí volta a se integrar ao Maranhão
Em 1751 Belém sede do Estado do Maranhão, capitania
subordinada por dois anos
Carta Régia de 06/08/11753
Divisão do Estado em quatro: Maranhão e Grão-Pará -
São José do Rio Negro e São José do Piauí - sede em
Belém
Carta Régia de 20/08/1772
Divisão da região novamente em duas: Grão-Pará e
Maranhão, Piauí nos domínios do Maranhão até
10/11/1811.
FONTE: MEIRELES,1970: 76.
Em 1808, com a vinda da família real e elevação do Brasil ao Reino -
Unido de Portugal e em 1815 o Maranhão sai da condição de Estado Colonial
passando à província, sob o comando da corte no Rio de Janeiro, desde então o
Maranhão não mais recebeu orientações diretas da Europa.
Com a expansão territorial ao processo de colonização tem-se uma
valorização econômica da terra e durante o governo dos capitães - mores, foram
implantados alguns engenhos açucareiros, e, a vinda de colonos para o Maranhão
deu um incentivo a mais a esse setor, porém a falta de incentivos financeiros
posteriores dificultou a competição com outras capitanias, isso tudo alicerçado à
escassa mão-de-obra negra, escassa devido a falta de capitais para o
investimento necessário. A mão-de-obra utilizada era fundamentalmente a
nativa.
Como vimos, Portugal direcionou os esforços, primeiramente, e
especialmente na defesa da área. Ainda ameaçada pela cobiça externa, e a
burguesia metropolitana direcionava os seus interesses para outras regiões do
nordeste cujo o lucro era garantido, dentro desse quadro a economia maranhense
esteve basicamente ligada às atividades de subsistência até o século XVIII.
Nilza Gonçalves Viegas
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BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E UTILIZADA
CABRAL, Maria do Socorro Coelho.
Caminhos do gado: conquista e ocupação dosul do Maranhão. São Luís: SECMA, 1992.
D'ABEVILLE, Calude.
Historia da missão do Capuchinhas na ilha do Maranhãoe Terras Vinhas/Franceses
.GAIOZO, Raimundo José de Sousa.
Compêndio histórico político da lavoura doMaranhão
. São Luís: SUDEMA, 1970.GODOIS, Antônio Batista Barbosa de.
História do Maranhão. 1904.LIMA, Carlos de.
História do Maranhão. São Luís: SIOGE, 1981.LISBOA, João Francisco.
Jornal de Timom: apontamentos, notícias eobservações para servirem à História do Maranhão. SD
MARQUES, César Augusto.
Dicionário histórico, geográfico da província doMaranhão
. Rio de Janeiro: Fon-Fon e Seleta, 1970.MEIRELES, Mário Martins.
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França Equinocial. Rio de Janeiro: Vozes. 1982._____.
História da Arquidiocese de São Luís do Maranhão. Rio de Janeiro:DASP, 1977.
MORAES, Jomar.
Guia de São Luís do Maranhão. 2 ed.MORAES, Pe. José de.
História do Companhia de Jesus na extinta provínciado Maranhão e Pará
. São Luís 1759.A colonização portuguesa no Maranhão
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MOTA, Antonia da Silva, MANTONONI, Joel Dervil.
São Luís do Maranhão noséculo XVIII a construção do espaço urbano sob a lei das sesmarias
. SDSERÃO, Joaquim Veríssimo do.
Brasil Filipino ao Brasil 1640. São Paulo, 1968.VIVEIROS, Jerônimo de.
História do Comércio do Maranhão – 1612 + 1895.São Luís: Litográfico. 1998.