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Ippar está a preparar intervenção em Tróia

ROBERTO DORES                    
ÉVORA

O Instituto Português do Património Arquitectónico (Ippar) está a preparar uma intervenção na península de Tróia, visando recuperar as salgas romanas, onde se faziam conservas de peixe, uma basílica paleocristã, uma capela, uma necrópole e um mausoléu do século IV. A notícia é avançada ao DN pela própria autarquia.

Este património arqueológico, que os especialista classificam como sendo do mais importante do género que existe em Portugal - teria sido o maior local de conserva de produtos do mar da Península Ibérica - ,tem estado ao abandono, o que explica o cenário de vandalismo que caracteriza hoje as designadas «ruínas de Tróia». Durante anos a fio, eram os próprios guardas, que habitavam próximo do local, que zelavam pela sua salvaguarda, mas há algum tempo que os vestígios, todos à vista, foram votados ao completo abandono.

«Aquilo é uma relíquia, uma das nossas maiores riquezas, com uns frescos fantásticos. Nem se preserva, nem há manutenção, nem se promove o turismo na arqueologia. É inconcebível», lamenta o presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato, admitindo que a recente informação que dá conta da intervenção do Ippar no local «se saúda, embora seja tardia». Os terrenos onde as ruínas estão localizadas pertencem à Imoreia/Torralta, uma sociedade do grupo Sonae, que celebrou um protocolo com o Ippar, visando a preservação do complexo histórico e cultural.

O autarca Carlos Beato dá ainda especial ênfase à localização dos vestígios, justamente entre o rio Sado e a Caldeira, em pleno centro da península de Tróia, adjectivando de «enorme pena, para não dizer uma grande maldade, que não se olhe para aquilo com os olhos que aquele património merece».

Num requerimento enviado há meses pela deputada Maria Santos ao Ministério da Cultura, então tutelado por Pedro Roseta, a parlamentar questionava quais as acções já tomadas pela sociedade do grupo Sonae e quando estarão abertas ao público as ruínas de Tróia. Fonte da Ippar confirma que a resposta não deverá tardar muito mais tempo.


pw.em qualquer país que se prese era uma mina turistica

 
 
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