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 Peças desaparecidas há 25 anos de museu foram encontradas

Estátuas de marfim, gravuras budistas, medalhas de ouro e milhares de outros objectos preciosos pertencentes ao Museu de Cabul, que se julgavam perdidos para sempre, foram encontrados nos últimos meses em esconderijos no Palácio Presidencial e noutros locais na cidade de Cabul, no Afeganistão, foi divulgado esta semana.

Embrulhados em papel higiénico e folhas de jornal ou envoltos em serradura, dentro de várias caixas de ferro e latão, foram encontrados 22 596 objectos que testemunham cinco mil anos de História. Há 25 anos, foram escondidos pelo pessoal que trabalhava no Museu de Cabul, que assim tentava proteger o seu tesouro, primeiro da ocupação soviética e depois do regime talibã. «A maioria dos objectos que estavam expostos no museu, incluindo as principais obras-primas, foram recuperados», confirmou à France-Presse Frederik Hiebert, investigador norte-americano que liderou a equipa da National Geographic Society convidada pelo Governo afegão para realizar um inventário das descobertas. Entre estes objectos encontram-se precio- sidades como joalharia bactriana em ouro com dois mil anos, artefactos da China, do Egipto, Índia, Grécia e Roma, ou estátuas em terracota de Buda.

«Nunca saberemos a verdadeira história destas caixas, de onde vieram e como vieram aqui parar», lamentou-se Hiebert. «As próprias caixas são um documento histórico fascinante.» As 120 caixas foram encontradas sem qualquer etiqueta e nunca tinham sido abertas.

A equipa (composta por Frederik Hiebert e 18 afegãos) temia que os objectos tivessem sido danificados pela água, pelo calor, pela humidade, mas, ao abrir as caixas, surpreenderam-se com o bom estado em que encontraram os objectos. «Cada caixa que abríamos era como um presente de Natal», afirmou o arqueólogo. O historiador explica que, ao longo destes anos, toda a comunidade científica tem estado alerta, à espera de encontrar em leilões ou catálogos algumas destas peças. «Mas nunca apareceu nada.» A explicação surge agora.

O Governo afegão ainda não decidiu o que vai fazer com estes objectos, que entretanto foram colocados num local secreto. Uma das hipóteses é os objectos circularem por vários museus internacionais até à construção de um novo museu em Cabul.

 
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