Googl 

Busca Mundial Busca  Portugalweb.net

INDEX

APENDICE:

ALDEIAS

FOTOS

MAPAS

TEMPLÁRIOS

MONUMENTOS NACIONAIS

GLOSSÁRIO

FORTES E FORTALEZAS:

S. João Baptista

S.Neutel

Forte de Crismina

S.Francisco

Forte de Santa Catarina

Fortaleza Ponta da Bandeira

Torre da Medronheira

Fortaleza de Nossa Senhora da Luz

Portugal no mundo:

FORTES E FORTALEZAS

Fortalezas de Portugal

CASTELOS DO MUNDO

BRASIL

 Discover the castles of the Algarve
THE LIBRARY OF IBERIAN

RESOURCES ONLINE

A SOCIETY ORGANIZED FOR WAR
 

  MY CASTLE  WEB RING


pordata

BRASIL500

Casa para férias na Guarda

 

 

 

Arqueólogas querem proteger velha quinta


PAtrimónio Técnicas estão a recolher informações que permitam abrir processo de classificação do edifício Há um projecto hoteleiro para o local

Datada do século XVIII, há vestígios que apontam que a Quinta da Maçaroca será mais antiga


Catarina Fernandes

Avelhinha Quinta da Maçaroca, situada na freguesia de São João da Talha, concelho de Loures, foi comprada por uma empresa imobiliária que ali pretende fazer um hotel, um restaurante e outros equipamentos turísticos. O projecto ainda está no segredo dos deuses, mas há quem tema que a obra vá descaracterizar a propriedade.

Por esta razão, as arqueólogas Teresa Medeiros, 28 anos, e Nélia Santos, 24, moradoras naquela freguesia e colegas de trabalho, decidiram dar início a um verdadeiro contra-relógio reunir elementos que provem o valor histórico da quinta para que esta seja classificada.

"Ficámos preocupadas porque é provável que a intervenção venha a prejudicar o espaço", dizem. No entender das arqueólogas, o facto da quinta não estar classificada (seja como monumento, imóvel de interesse público ou municipal) faz com que não esteja "protegida de eventuais alterações à sua traça".

De acordo com as jovens, o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) fez saber que a autarquia nunca chegou a enviar todos os elementos necessários para avançar com o processo de classificação. "Estamos a tentar reunir novos elementos que possam ajudar a uma reapreciação por parte do IPPAR e à consequente classificação do imóvel", dizem.

Contudo, não está a ser fácil reunir os dados necessários, principalmente porque tudo é feito em part-time. "É um trabalho voluntário, por amor à história. Temos o nosso emprego e sobra pouco tempo para nos dedicarmos à quinta", dizem, acrescentando que "há muita burocracia e interesses e é difícil aceder aos dados".

Teresa Medeiros e Nélia Santos acreditam que é possível classificar a Maçaroca, até porque têm indícios que apontam para que seja mais antiga do que o que se pensa (ver texto em baixo). "Num inventário de Loures, aparece como sendo do século XVIII, mas há elementos e vestígios que apontam para o período romano", avançam.

As colegas acreditam que alguns desses materiais tenham ido para o Museu Nacional de Arqueologia. O objectivo agora é tentar localizá-los. "Se conseguirmos provar que a quinta é ainda mais antiga, mais hipóteses há de a proteger", dizem.

Além de todos estes vestígios, há um outro aspecto que desperta curiosidade. Segundo dizem, foram encontrados símbolos dos Templários. "Existe uma rosa crucis que poderá ser recente, mas sabemos que, em Vila Franca de Xira, há muitos terrenos que pertenceram aos Templários. Também o padre daqui nos disse que já encontrou várias passagens que apontam para uma presença dos Templários na quinta".

As arqueólogas acreditam que a quinta terá tido uma função militar, por estar bem localizada (junto à Estrada Nacional 10), ter torres de ameias (do género dos castelos) e um fosso junto à muralha defensiva. Estes elementos levam-nas a defender que "a Maçaroca é uma quinta muito interessante e valiosa, quer pelo valor histórico e arquitectónico, quer pela importância que teve na localidade em termos de postos de trabalho".

O JN contactou o gabinete responsável pelo Património na Câmara de Loures, mas os responsáveis esclareceram apenas que "nunca fez parte dos objectivos da autarquia classificar aquele edifício".

Junta quis comprar

Paulo Amado, presidente da Junta de Freguesia de São João da Talha, diz que, entre 1996 e 98, a autarquia ainda tentou comprar a quinta. O objectivo era construir um equipamento, onde se incluam umas piscinas municipais.

Hasta pública A Câmara de Loures terá ten- tado fazer uma permuta de terrenos com o proprietário, mas a quinta acabou por ser vendida em hasta pública. Paulo Amado não conhece o projecto e lembra que é uma das últimas quintas do concelho.

 
     CASTELOS NO MUNDO
  

Setubal   Guarda   Almada    Castelos  Seia  Seixal    Sesimbra  Palmela  Arqueologia   Historia        Portugal no mundo

intercâmbio  ttt   Contactos    Publicidade

Copyright © swspt.

 

 


Buy Direct Text Link Ads at Direct-Link-Ads