Busca Mundial

Busca  Portugalwebt

 

EUROPA    AFRICA   AMÉRICA    ÁSIA   OCEANIA                     

EUROPA

PORTUGAL

AFRICA

NORTE DE AFRICA

AFRICA OCIDENTAL

ÁFRICA ORIENTAL E G. PÉRSICO

AMÉRICA

fortificações brasileiras

A Região da Cisplatina

ÁSIA

ORIENTE

EXTREMO ORIENTE

OCEANIA

AUSTRALIA

BATALHAS


 

World Heritage of Portuguese Origin

CRONOLOGIA

 

 

 

Azamor

 3 Sep 1513           Portuguese rule in Azamor (Azemmour).
30 Oct 1541           City restored to Morocco.

Captains
 3 Sep 1513 - 1513    Jaime de Bragança
1513 - 1514           Rui Barreto 
 2 Sep 1514 - 1515?   Pedro de Sousa 
1515 - 1516           Lope Bareiga
1516 - Dec 1517       Simão Correia
30 Dec 1517 - 1521    Álvaro de Noronha (1st time)
1521 - 1523           Gonçalo Mendes Sacoto
1523 - 1524           Álvaro de Noronha (2nd time)
Jun 1525 - 1529       N.J. Viegas 
10 Sep 1529 - 1530    António Leite (1st ttme)
1530 - 1534?          Pedro de Mascarenhas 
1534 - 1537           Álvaro de Abranches 
1537 - 1541           António Leite (2nd time)
1541 - 30 Oct 1541    Fernando de Noronha

Em Azamor, funcionava a feitoria que fora assente nos tempos de D. João II, mas a partir de 1507 (ou talvez mais cedo), são claras as intenções de D. Manuel em tomar a cidade e assentar aí uma fortaleza. Em 1508, foi lançada uma expedição comandada por D. João de Meneses, que não logrou alcançar os seus objectivos, mas o rei não desistiu e, de imediato, começou a organizar nova operação, desta vez mais forte e mais preparada, sob o comando do Duque de Bragança, D. Jaime. Os naturais de Azamor aperceberam-se do perigo que corriam e procuraram o-bter um acordo que o rei aceitou, mas sem grande vontade de o respeitar. Acabaria por lançar uma expedição em 1513 (cerca de 500 velas), concretizando a conquista e lançando as bases para a construção da praça de Mazagão (ligeiramente a sul de Azamor apenas separada por um pequeno golfo), no local onde desembarcaram as tropas. A cidade tinha uma importância estratégica extraordinária, dada a sua localização entre as províncias de Duquela e Enxovia, e a sua tomada teve um impacte tremendo sobre todo o reino de Marrocos, criando condições que não foram as mais favoráveis aos portugueses. De facto, a sua posse poderia ser uma ameaça para Fez e Marraquexe, mas a sua manutenção dependia muito da forma como encontrasse formas de se abastecer nos campos circundantes. Este foi o seu grande “calcanhar de Aquiles” porque as populações debandaram, desertificaram a região e foram alimentar uma vaga de fundo contra os cristãos, que acabaria por ser fatal aos portugueses. D. Jaime parece ter-se apercebido disso, e manifesta-o em cartas que escreve a D. Manuel, expressando a sua convicção de que o projecto de conquista de Marrocos era uma missão impossível. Contudo, o rei tem uma ideia bem precisa que não se desmorona com as confusões criadas à volta de Azamor. Aliás, o ano de 1513 parece ter sido para ele o ano de todas as esperanças: já antes da conquista de Azamor, tinha enviado a mais faustosa embaixada ao Papa que a Europa tinha visto, e os resultados das duas acções tinham uma significativa expressão económica nos benefícios conferidos pela Santa Sé. Mas são evidentes as fragilidades do projecto marroquino que teria o seu mais duro golpe no ano de 1515, em Mamora

http://www.marinha.pt/Marinha/PT/Menu/Imprensa/Revista/

   
 

Guarda Almada    Castelos    Seixal    Sesimbra  Palmela  Arqueologia   Historia Portugal no mundo

intercâmbio  Adicionar Página  Contactos    Publicidade

Copyright © Ptwebs.