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Homenagem a Cristóvão Colon

 
A Câmara Municipal de Cuba, a Fundação Alentejo - Terra Mãe e o Núcleo de Amigos da Cuba irão levar a efeito, no próximo dia 28 de Outubro, na Vila de Cuba, uma homenagem a Cristóvão Cólon, com a inauguração de um monumento ao navegador no largo central da vila (actual Largo do Tribunal) e atribuindo o seu nome ao mesmo. A cerimónia terá inicio ás 11h00m.

Trata-se de uma homenagem a tão ilustre navegador que sempre escondeu as suas origens e verdadeira identidade e que recentemente notáveis historiadores e pesquisadores concluíram ser português, nascido no Alentejo em Cuba, filho de D. Fernando então Duque de Beja e D. Isabel Gonçalves Zarco.

O lugar de nascimento de Colombo é incerto e as suas origens permanecem envoltas em enigma sem que surjam documentos decisivos.

A partir de finais do século XIX, e do centenário de 1892, foi considerado natural de Génova. Actualmente, historiadores diversos levantam a hipótese de ele ser português, catalão, basco, galego e mesmo grego, e quase certamente de ascendência judaica. Conhecia as línguas antigas e o hebraico; não escrevia italiano, mas sim uma forma aportuguesada do castelhano. Segundo a tese portuguesa, provavelmente a mais consistente, Cristóvão Colombo seria Salvador Fernandes Zarco, que existiu de facto, nobre ilegítimo natural da vila alentejana de Cuba em Portugal, e familiar de João Gonçalves Zarco, antigo navegador português de ascendência judaica - o que justifica o facto de ter baptizado ilhas com o nome de São Salvador e Cuba (para além de muitas outras cujo nome se relaciona com a sua família e região), o facto nunca escrever italiano mas sim um castelhano aportuguesado (ainda hoje corrente em comunicações entre portugueses e espanhóis), conhecer o hebraico e ter ligações às regiões da Ilha da Madeira e do Alentejo (tal como o seu antepassado).

Mantinha um diário em latim e outro em grego. Colombo é uma forma latinizada do seu apelido. Na sua assinatura hierática lê-se Xpo ferens ("portador de Cristo") além de siglas que originaram interpretações variadas, mais convencionais ou mais esotéricas. Quem defende que Colombo era Salvador Fernandes Zarco associa com naturalidade a referência de Cristo ao seu nome próprio (Cristo veio ao mundo como um salvador) bem como a expressão "ferens" associada a "Fernandes" e uma das siglas mais utilizadas, onde as letras S, F e Z se vislumbram com facilidade; Colombo seria até um nome errado, pois nas suas assinaturas aparece o símbolo ":" ("colon" em muitas linguas como o castelhano e o inglês), que justifica o seu nome em castelhano: "Colón".

 

 

http://www.cm-cuba.pt/detalhenoticia.aspx?Cod=40
 

 

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